A saga do estresse

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Sento a frente do computador para produzir minhas coisas. Fico naquela navegação simultânea entre o blog, o Word com a metade da próxima crônica a ser postada digitada, uma aba do navegador está aberto o e-mail, a outra o Facebook, a outra o twitter, a outra o instagram, a outra whatsapp web, a outra o portal da faculdade. Uma verdadeira máquina de fazer coisas ao mesmo tempo.

Mas a irritação não vem do motivo de fazer diversas coisas ao mesmo tempo, mas sim de não conseguir fazê-las. E não por culpa minha, e sim por culpa da minha ansiedade de querer tudo imediatamente na hora e no jeito que quero. Sempre tive esse pequeno-grande problema desde pequena e até hoje continua a mesma coisa. Talvez precise mudar, ou me reeducar, mas peraí, agora vamos falar de outra coisa.

De repente, na parte mais importante, a internet cai. Na hora que vou publicar alguma coisa no blog ou estou na minha saga de procura da imagem perfeita que combine com aquele texto massa que acabei de escrever. A irritação nesse primeiro momento não vem, mas aguarda que ela virá.

Ela volta e tudo vai indo bem, até que ela cai novamente. Fico offline por uns 10 minutos. Voltou! Comemoração. Fico online mais uns cinco minutos e a internet volta a cair. MAS MINHA GENTE! Logo agora que achei a imagem perfeita para esse texto?! Começo a me irritar de verdade. Lembro-me de quando criança que os amiguinhos vinham brincar em minha casa e não queriam brincar da brincadeira que eu queria: “gente, acabou! A casa é minha, os brinquedos também. Se não vai brincar do meu jeito, tchau”. E assim seguiu minha vida.

Vocês podem então me perguntar qual o motivo que não troco de provedor ou coisa e tal… O caso pode nem ser a internet mesmo. Reconheço o quão me estresso por bobagens e assim vou seguindo. Tentando me controlar e contar até 10 quando estou prestes a postar uma coisa bacana e as forças do provedor me interrompem na melhor parte da brincadeira.

Post Author
Bianca Rocha
Aquariana e bipolar, moça da cidade mas que passou a maior parte da vida na interior. Hoje, depois de muitos desencontros com o que seguir profissionalmente, estuda jornalismo e gosta de ouvir histórias iguais as que o seu pai contava quando ela era pequena.

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