Amor a dois

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Sempre fui muito teimosinha. Não aconselho a ninguém. Ter esse gênio forte que dizem que eu tenho às vezes é prejudicial. Tão prejudicial, que as vezes acaba acontecendo brigas desnecessárias com as pessoas que nós mais amamos. Lembram de um texto que fiz há alguns dias atrás falando de casais que se expõem muito nas redes sociais esbanjando amor e na real não vivem nem um terço do que está naquelas postagens gigantescas cheias de mensagens clichês? Me condenem mais eu já quis ser um casalzinho assim. Graças ao meu bom Deus que o meu namorado tem semancol e conseguiu por em minha cabecinha dura que nem o meu coração de que um relacionamento só é bom quando é vivido entre os dois e não para os outros.

Não vejo problema algum nos relacionamentos que vivem esbanjando amor e doçura o tempo todo, pois se for verdadeiro é muito normal que eles queiram gritar para o mundo o quando ama o seu companheiro. E pra te falar a verdade eu também grito aos quatro quantos o quanto eu gosto da pessoa que está ao meu lado, mas grito no ouvido dele bem baixinho e nas situações que nos rodeiam dia a dia. Amor é pra ser vivido e não mostrado aos outros por aí. Por isso decidi que textão de declaração agora só em datas especiais, tipo bodas de prata/ouro.. hahahah! Mas falando sério, a minha teimosia custou algumas discussões bobas. Que hoje não pretendem voltar mais.

Não pensem que estou aqui ditando o que é ou não pra você fazer, longe disso. Coloco aqui meu ponto de vista de como eu era e como estou tentando tocar minha nada mole vida pra frente como manda o figurino. Mas vou terminar aqui deixando uma dica das boas: declaração a dois, olhando olho no olho, no lugar preferido de vocês, essa é a melhor que pode existir. Mesmo gritando “pra todo mundo ouvir que você é o meu desejo de viver”, como diz Roupa Nova, nada melhor do que essa declaração que só vocês dois precisam ouvir ou sentir.

Post Author
Bianca Rocha
Aquariana e bipolar, moça da cidade mas que passou a maior parte da vida na interior. Hoje, depois de muitos desencontros com o que seguir profissionalmente, estuda jornalismo e gosta de ouvir histórias iguais as que o seu pai contava quando ela era pequena.

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