Ele é de câncer (e isso não importa)

Imagem retirada do www.contioutra.com/

Ele olhou pra mim e disse que eu era um poema
Daqueles bem complexos
Cheio de rimas
Que cativam

Ele olhou pra mim com um olhar único
Puxou meu cabelo e eu sorri
Porque foi no jeito de me ter que derreti

Ele olhou pra mim e me elogiou como nunca antes
Palavras únicas
De uma mente canceriana intrigante.

E naquele jeito seguro cheio de inseguranças achei uma certeza.

Era ele. Sem dúvida nenhuma.
Sem pensar no tempo. Na velocidade.
Criamos nosso próprio tempo.

Foi no segurar da mão, naquele encaixe mais que perfeito.
Naquelas imperfeições notórias e qualidades escondidas.

Foi no tirar da armadura.
No tirar da “casca” grossa.
Que encontramos duas Almas.
Puras.
E prontas.

E seguimos.
Tentando montar o quebra cabeça
Com peças que aparentam ser impossíveis de encaixar.

Post Author
Catherine Aviles
Estudante de publicidade, chocólatra e estouradinha. Escreve como válvula de escape do dia a dia (porque comer engorda!). Ama animais e acredita no amor "pra vida toda" (Tipo aqueles da Disney). Romântica enrustida, na vida real parece ser um molequinho mas tem um coração bonzinho. Suas paixões: Comida, viagens, comida, pessoas com conteúdo, comida, homens de sorriso lindo <3 (ah ela também gosta muito de falar, não sabe ser sintática nas coisas e continua escrevendo por que quem fala muito, escreve muito, tipo uma tendência, sabe?) GOSTA DE BOSSA NOVA E MPB, também dá umas arrochadas de vez em quando.

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