Me relacionando e aprendendo

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É o passado voltando pro futuro, é o futuro ficando no passado. Os relacionamentos que temos ao longo da vida é uma mostra do que fazer e não fazer no próximo que irá chegar. Todos são aprendizados para que possamos escolher aquela pessoa que realmente ficará em nossa vida. Aprendizados onde aprendemos que sempre queremos mais e somos merecedores de muito mais do que foi entregue naquela relação anterior.

Podemos ter um relacionamento relativamente perfeito, onde pensamos em casar, ter filhos, e viver até focar velhinhos. Até o momento em que uma das partes resolve afastar-se de uma hora pra outra sem nenhum motivo realmente aparente. Chegamos e nos perguntamos: Onde está aquele grande amor? E os planos, para onde foram?

Levamos tempo para nos recuperar. São recaídas quando ouve uma música que faz lembrar, choros na calada da noite quando tudo é vazio e sozinho, e entregas sem nenhuma intenção futura. Cada um realmente sofre do jeito que acha propício para si mesmo. Há aquele que demonstram sempre felicidade no mundo real, mas quando chega em casa a realidade é outra. Tem outros que bebem pra chorar, os que pegam pra não se apegar, e por aí vai. Uma centena de coisas onde corações partidos resolvem se entregar enquanto o outro não está nem aí pro que você diz.

Mas o interessante é que tudo passa. A dor passa e o sofrimento também. Fica o aprendizado de não aceitar menos do que aquilo. Menos do que você merece. Um dia, você chega e diz: Eu mereço muito mais do que ele/ela me deu.

Na minha concepção, sofrer é necessário para que possamos entender o que é bom ou ruim para a gente. Independente de qualquer coisa que possa nos reprimir, o importante é no fim de tudo sempre dá a volta por cima e saber quando é que temos que levantar a cabeça e seguir em frente. Afinal, nem tudo é para sempre.

Post Author
Bianca Rocha
Aquariana e bipolar, moça da cidade mas que passou a maior parte da vida na interior. Hoje, depois de muitos desencontros com o que seguir profissionalmente, estuda jornalismo e gosta de ouvir histórias iguais as que o seu pai contava quando ela era pequena.

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