Primeiro encontro

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Não tenho relatos bonitinhos para falar sobre primeiro encontro, mas decidi escrever sobre alguns destes que passaram pela minha nada-mole-vida. Imaginamos sempre que o primeiro encontro será algo maravilhosamente lindo e que tudo irá se conforme nos filmes de romance em que o mocinho leva a mocinha para um jantar a luz de velas num barco com música ambiente e aquele clima maravilhoso de romance. STOP! Não pensem nisso. Coisinhas assim só acontecem nos filmes mais clichês que passam nas telonas do cinema.

Vamos falar da realidade dos primeiros encontros. Quem nunca organizou um encontro dos sonhos na cabeça e chega lá e o cara “caga” na sua expectativa?! Você vai ao cabeleireiro, usa sua melhor roupa (às vezes compra uma especialmente pro encontro), passa o seu melhor perfume (aquele que você só usa nas ocasiões mega especiais), espera pelo “príncipe (des)encantado” e quando chega a hora ele está vestido super “jeca” e te leva para comer cachorro quente na pracinha. Não, amigos, isso nunca aconteceu comigo, mas já aconteceu com alguém na galáxia e eu sinto muito por essa pessoa. Meus pêsames.

Meu caso foi mais engraçado… Me arrumei toda para um encontro com um cara, que digamos de passagem era/é um gato loiro de olhos verdes e sotaque lindo, e fomos ao cinema. Para chegar na hora de pagar ele contar moedinhas, pagar apenas a dele (com certificado de estudante falso) e me deixar para pagar a minha. Infelizmente, ou felizmente, fui criada numa sociedade machista e que, na minha concepção, pelo menos o primeiro encontro o rapaz tem que fazer as honras e pagar para a moçoila. Mas não foi isso que aconteceu. Ah! E ainda teve mais: na hora da pipoca, eu quem paguei. Sorte que nesse  dia estava “ostentando”. E é por isso que eu sempre falo: vá preparada. Leve sua grana. Por que se o cara der uma de mão de vaca, você estará preparada e não irá lavar os pratos do restaurante depois do jantar.

Fomos assistir um filme de comédia, onde o rapaz ria mais alto que todos dentro do cinema. Morri de vergonha, pois sou bem discreta. Enfim… Um fiasco! Um encontro que jamais se repetiu e que me fez aprender a não acreditar mais em conversa de rapazes loiros de olhos verdes. Eles enganam!

Post Author
Bianca Rocha
Aquariana e bipolar, moça da cidade mas que passou a maior parte da vida na interior. Hoje, depois de muitos desencontros com o que seguir profissionalmente, estuda jornalismo e gosta de ouvir histórias iguais as que o seu pai contava quando ela era pequena.

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