#Resenha&Reflexão: Filme “Loucas pra casar”

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Dia desses resolvi assisti esse filme que passou na TV num dia em que eu estava com uma puta insônia. Achei que fosse um filme bobinho, mais uma daquelas comédias do cinema nacional e no final me surpreendi. Realmente, o filme é uma comédia boa, mas passa um mensagem muito boa quando chega ao final. Antes que comecem a ler e me criticar, não sou nenhuma crítica de filmes, portanto essa é apenas a minha opinião, ok?!

Antes dos valores mudarem e as mulheres tornarem-se tão empoderadas e independentes como é hoje em dia, a grande maioria delas sempre foi uma “louca para casar”. Ficavam sempre a procura do par perfeito. Aquele homem dos sonhos que nós sabemos que não existe. Sendo assim, o filme trata de uma mulher bem sucedida na carreira profissional, totalmente independente e completa, mas ainda faltava uma coisa que ela não tinha: uma aliança no dedo anelar esquerdo. Todas as amigas já estavam casadas com filhos e com uma família feliz igual aos contos de fadas, já ela, uma quarentona, ainda não tinha encontrado seu marido ideal. Aliás, ela encontrava sempre um bom moço até se decepcionar com ele.

Na verdade ela tinha sim um “marido dos sonhos”. Ele era chefe dela e eles realizavam as fantasias sexuais mais loucas possíveis. Até que um dia ela desconfiou que o marido dos sonhos, poderia está a traindo. Contratou um detetive, igual a esses seriados americanos, o que constatou a traição. Ela, arrasada, mas apaixonada, não consegue se segurar e investiga cada vez mais. Atá o dia em que as amantes se encontram. E pasmem não era apenas uma, e sim duas. A primeira amante era uma dançarina de boate que realizava todas as fantasias e desejos daquele homem, sendo assim ela, que também achava que realizada essas tais fantasias, se sentiu um lixo e quis inovar para recuperar o seu boy. A segunda era uma garotinha virgem, religiosa e que cuidava sempre da casa. Foi então que ela voltou a se perguntar se ele não gostava dos mimos que ela fazia para ele, apesar de trabalhar bastante como sua secretária no trabalho, ela também era uma boa secretária em casa.

Dias passaram-se e essas três moças viveram um pé de guerra até saber que foram as três pedidas em casamento pelo mesmo homem. A partir daí, que a história começa a fazer sentido e ela descobre que na verdade essas outras duas moças que ela achou que fossem amantes, eram apenas a imaginação dela. As fantasias sexuais que eles viviam, acabou tornando-se personalidades duplas que ela talvez nem lembrasse que haveria se fantasiado assim um dia.

A mensagem que eu acredito que esse filme passa é para que não fiquemos loucas para sermos quem não somos e sim esperar para sermos aceitas do jeito que somos (quase um trava língua, mas acredito que tenha entendido). Sendo assim, vamos sim explorar a mulher safada que temos dentro de mim, a santinha também, mas não para agradar o outro mas se você se sente bem assim, acredita que você seja assim, não custa nada aprender a fazer uma “borboleta paraguaia”, né não?!

 

Post Author
Bianca Rocha
Aquariana e bipolar, moça da cidade mas que passou a maior parte da vida na interior. Hoje, depois de muitos desencontros com o que seguir profissionalmente, estuda jornalismo e gosta de ouvir histórias iguais as que o seu pai contava quando ela era pequena.

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